Minha colaboração essa semana foi
na Palestra promovida pelo Ministério Publico do Trabalho DF/TO em parceria com
a Casa da Mulher Brasileira de Brasília. Foi um momento de grande reflexão
sobre o Assedio Moral e Sexual no ambiente de Trabalho.
As violências contra a mulher em
seu ambiente de trabalho como o assedio sexual e moral, atingem a quantidade e
a qualidade do seu trabalho, abalam sua saúde, em prejuízo do empregador e da
sociedade brasileira hoje composta com da metade de população do sexo feminino.
Nossa luta é para que as mulheres
se empoderem, informem-se, busque uma rede de apoio no trabalho e fora dele,
informem as agressões a outros trabalhadores, registrem todos os eventos em
fotos, e-mails, relatórios, documentos, gravações de áudio e vídeo. Denuncie.
O meu discurso foi sobre a inclusão
da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, na verdade a discriminação já
se inicia no momento do processo seletivo e da contratação, pois a pessoa como deficiência
é tratada como um número para o cumprimento da cota. A partir desse momento já se
inicia o assedio moral, que muitas vezes acontece quando há a contratação, mas não
ocorre a inclusão da pessoa no ambiente de trabalho, a pessoa com deficiência não
consegue ascensão na sua função, retiram suas tarefas, não participa de reuniões
com a equipe, muitas vezes ocorre o isolamento da pessoa com deficiência e seu
superior a trata como incapaz.
Meu apelo é para as empresas
mudarem a visão em relação a pessoa com deficiência e deem uma chance para
mostrarem a qualidade do seu trabalho.
Destaco que a inclusão e a construção
de uma sociedade que prestigie e reconheça a diversidade depende, em grande medida,
do rompimento de preconceitos, estereótipos e barreiras não apenas físicas mas
de atitudes.


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